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LOGÍSTICA TRADICIONAL X LOGÍSTICA DO E-COMMERCE

Posted by lvf2j em maio 19, 2010

Principais Distinções

Tipo de carregamento Paletizado Pequenos pacotes Clientes Conhecidos Desconhecidos Estilo de demanda Empurrada Puxada Fluxo do estoque/pedido Unidirecional Bidirecional Tamanho médio do pedido Superior a $ 1.000 Inferior a $ 100 Destinos do pedido Concentrados Altamente dispersos Responsabilidade Um único elo Toda cadeia de Suprimento Demanda Estável e constante Incerta e fragmentada.

Comparação entre as atividades logísticas tradicionais e da Internet: Baseados em pesquisa e experiência, os autores do estudo recém citado afirmam que a maior restrição do e-commerce não se encontra na atividade de entrega física porta a porta, como se é levado a pensar, mas sim na atividade de fulfillmente, ou atendimento do pedido, que concerne ao processamento do pedido, a gestão do estoque, a coordenação com os fornecedores e a separação e embalagem das mercadorias. Os principais problemas verificados nesta etapa, ainda segundo os autores, são de ordem informacional: dificuldade com a conclusão da transação financeira, dificuldades em se conseguir o status do pedido e erros na transcrição das informações de endereçamento (nome do destinatário, cidade, CEP também foram verificados problemas relacionados à indisponibilidade de produtos e erros de picking).

Aparentemente é-se levado a pensar que o fator mais importante requisitado pelo cliente seja a rapidez na entrega do produto. Porém, pesquisas revelam que mais importante do que a agilidade na entrega é a capacidade de as empresas procederem à entrega no local e no prazo combinados, com pouca margem de erro. A esse conceito denomina-se delivery-on-time, ou DOT, concernente à seguinte premissa: para um cliente receber um produto mais rapidamente, um custo maior haverá de lhe ser cobrado em contrapartida. Ao cliente interessa, em maior medida, receber os produtos ao menor custo, no horário estipulado, nem muito antes nem muito depois (SILVA, 2000).

A logística então necessita encarar esse desafio e, para tanto, haverá de se estruturar adequadamente, ao rever suas tradicionais habilidades. Até lá, deverão as empresas envidar esforços para instalarem sistemas aptos a fornecerem aos clientes, previamente, informações sobre a viabilidade da entrega. Em primeiro, verificando a disponibilidade do produto, materialmente falando. Em segundo, investigando a capacidade logística de proceder à entrega. Em terceiro, por fim, analisando a viabilidade financeira. SILVA (2000), numa explanação clara sobre o desafio de efetuar a entrega do produto adquirido por intermédio do comércio eletrônico, assevera que o principal obstáculo é a falta de integração entre as operações comerciais, produtivas, financeiras e logísticas, não apenas dentro da própria organização, bem assim, por toda a cadeia de abastecimento. E explica em detalhes. Com o ciclo completo de um pedido, é possível seguir cada etapa e identificar em que medida a integração não se verifica e, conseqüentemente, impede o retorno de informação ao cliente, seja esta informação de confirmação do pedido seja ela de condição alternativa de atendimento.

A disponibilidade do produto compreende estoques e inventários finalizados nas várias firmas que abastecem o fornecedor, de molde a garantir a presença física do produto, antes de iniciar um processo de distribuição para o cliente. O inventário deve ser verificado desde os estoques de fábrica até os centros de distribuição do fornecedor. Em não havendo registro do produto disponível em inventário, ato contínuo, deve ser verificado a disponibilidade de produção no prazo requerido pelo pedido. Nessa oportunidade, impõe-se a utilização de um sistema para programar a produção, por exemplo, a ferramenta MRP (Material Resource Planning). Não havendo disponibilidade de produção que atenda à data requisitada pelo cliente, deve o sistema informar data alternativa viável para manufatura do produto, informação esta a ser repassada em tempo ao cliente. Nesse passo, faz-se mister que a empresa possua um sistema de gestão que possibilite tal verificação e subseqüente transmissão da informação ao cliente. Os atuais ERP (Enterprise Resource Planning) são exemplos de sistemas que atendem a tal propósito. Se o produto encontra-se disponível, ou ainda, se o sistema de produção permite a sua disponibilização em certa data, uma outra verificação necessita ser feita, qual seja, a viabilização da entrega do pedido. Aqui se insere a logística, como meio de, dada a escassez de recursos, permitir a entrega de determinado bem em função do local de origem, do tipo de produto (perecível, frágil, perigoso, etc.), da embalagem (volume e peso), do local de destino, prazo, dentre outros. Sistemas auxiliares já começam a surgir no mercado com o objetivo de programar a distribuição física de produtos, os assim designados DRP (Distribuition Requirement Planning). Por fim, a verificação financeira, consistente em se analisar o custo/benefício da entrega. É possível, circunstancialmente, que as condições de contorno do pedido (distâncias, tipo do produto, volume, peso, prazo) levem a situação de tornar inviável economicamente a disponibilização do produto ao tempo e local requeridos. Vale dizer, em determinadas situações, o cliente pode não estar disposto a pagar o quantum para ter o bem na porta de sua casa, e assim inviabilizar, por óbvio, a transação.

Baseados em pesquisa e experiência, os autores do estudo recém citado afirmam que a maior restrição do e-commerce não se encontra na atividade de entrega física porta a porta, como se é levado a pensar, mas sim na atividade de fulfillmente, ou atendimento do pedido, que concerne ao processamento do pedido, a gestão do estoque, a coordenação com os fornecedores e a separação e embalagem das mercadorias. Os principais problemas verificados nesta etapa, ainda segundo os autores, são de ordem informacional: dificuldade com a conclusão da transação financeira, dificuldades em se conseguir o status do pedido e erros na transcrição das informações de endereçamento (nome do destinatário, cidade, CEP). Também foram verificados problemas relacionados à indisponibilidade de produtos e erros de picking. Aparentemente é-se levado a pensar que o fator mais importante requisitado pelo cliente seja a rapidez na entrega do produto. Porém, pesquisas revelam que mais importante do que a agilidade na entrega é a capacidade de as empresas procederem à entrega no local e no prazo combinados, com pouca margem de erro. A esse conceito denomina-se delivery-on-time, ou DOT, concernente à seguinte premissa: para um cliente receber um produto mais rapidamente, um custo maior haverá de lhe ser cobrado em contrapartida. Ao cliente interessa, em maior medida, receber os produtos ao menor custo, no horário estipulado, nem muito antes nem muito depois (SILVA, 2000).

A logística então necessita encarar esse desafio e, para tanto, haverá de se estruturar adequadamente, ao rever suas tradicionais habilidades. Até lá, deverão as empresas envidarem esforços para instalarem sistemas aptos a fornecerem aos clientes, previamente, informações sobre a viabilidade da entrega. Em primeiro, verificando a disponibilidade do produto, materialmente falando. Em segundo, investigando a capacidade logística de proceder a entrega. Em terceiro, por fim, analisando a viabilidade financeira SILVA (2000), numa explanação clara sobre o desafio de efetuar a entrega do produto adquirido por intermédio do comércio eletrônico, assevera que o principal obstáculo é a falta de integração entre as operações comerciais, produtivas, financeiras e logísticas, não apenas dentro da própria organização, bem assim, por toda a cadeia de abastecimento. E explica em detalhes. Com suporte na figura 3.1, que ilustra o ciclo completo de um pedido, é possível seguir cada etapa e identificar em que medida a integração não se verifica e, conseqüentemente, impede o retorno de informação ao cliente, seja esta informação de confirmação do pedido seja ela de condição alternativa de atendimento.

A disponibilidade do produto compreende estoques e inventários finalizados nas várias firmas que abastecem o fornecedor, de molde a garantir a presença física do produto, antes de iniciar um processo de distribuição para o cliente. O inventário deve ser verificado desde os estoques de fábrica até os centros de distribuição do fornecedor. Em não havendo registro do produto disponível em inventário, atos contínuos, devem ser verificados a disponibilidade de produção no prazo requerido pelo pedido. Nessa oportunidade, impõe-se a utilização de um sistema para programar a produção, por exemplo, a ferramenta MRP (Material Resource Planning). Não havendo disponibilidade de produção que atenda à data requisitada pelo cliente, deve o sistema informar data alternativa viável para manufatura do produto, informação esta a ser repassada em tempo ao cliente. Nesse passo, faz-se mister que a empresa possua um sistema de gestão que possibilite tal verificação e subseqüente transmissão da informação ao cliente. Os atuais ERP (Enterprise Resource Planning) são exemplos de sistemas que atendem a tal propósito. Se o produto encontra-se disponível, ou ainda, se o sistema de produção permite a sua disponibilização em certa data, uma outra verificação necessita ser feita, qual seja, a viabilização da entrega do pedido.

Aqui se insere a logística, como meio de, dada a escassez de recursos, permitir a entrega de determinado bem em função do local de origem, do tipo de produto (perecível, frágil, perigoso, etc.), da embalagem (volume e peso), do local de destino, prazo, dentre outros. Sistemas auxiliares já começam a surgir no mercado com o objetivo de programar a distribuição física de produtos, os assim designados DRP (Distribuition Requirement Planning).

Por fim, a verificação financeira, consistente em se analisar o custo/benefício da entrega. É possível, circunstancialmente, que as condições de contorno do pedido (distâncias, tipo do produto, volume, peso, prazo) levem a situação de tornar inviável economicamente a disponibilização do produto ao tempo e local requeridos. Vale dizer, em determinadas situações, o cliente pode não estar disposto a pagar o quantum para ter o bem na porta de sua casa, e assim inviabilizar, por óbvio, a transação. A inter-relação entre os diversos sistemas auxiliares e o e-commerce pode ser ilustrada na figura seguinte, em que se percebem áreas de interseções. O fornecedor, fechando o ciclo do pedido, deve ser capaz de verificar a viabilidade da entrega do produto nas quatro áreas (estoque, produção, logística e financeira) e, em tempo, levar as informações diretamente ao cliente, confirmando ou propondo data alternativa para entrega.

Uma resposta to “LOGÍSTICA TRADICIONAL X LOGÍSTICA DO E-COMMERCE”

  1. Sem dúvidas a logística virtual é um diferencial, para as empresas que exploram corretamente essa ferramenta.

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