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LOGÍSTICA VIRTUAL

Posted by lvf2j em maio 4, 2010

LOGÍSTICA VIRTUAL: A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E O MUNDO VIRTUAL BARATEANDO E SIMPLIFICANDO O FLUXO.
29/03/20010 | Fonte: 
IBRAMERC

A era da tecnologia e do conhecimento reservou para todos um pouco de seu principal componente – o mundo virtual. Esse fenômeno tem como base duas características importantes: a tecnologia da informação – TI – e o conceito de valor percebido pelo cliente.      

A TI refere-se às soluções que permitem atualmente uma ampla troca de dados em tempo real. E o valor refere-se à percepção que o cliente tem sobre um produto, o que é muito influenciado pela logística, pois ela tanto os benefícios como os custos de obtenção.   

O CONTEXTO VIRTUAL

Atualmente não se consegue mais fazer um produto de sucesso sem estabelecer parcerias. É preciso integrar-se com os parceiros da cadeia de suprimentos para gerar benefícios maiores e custos menores para o cliente final. Com o advento da internet, as possibilidades de integração entre diferentes companhias foram infinitamente ampliadas devida à facilidade de comunicação em rede e em tempo real. Comumente em logística imagina-se um bem como algo material, com sua posição física bem estabelecida. Com a Logística Virtual, percebeu-se que o importante é a disponibilidade do produto quando necessário, não importando onde ele esteja, nem mesmo se ele está fabricado ou não, desde que possa ser disponibilizado quando exigido. Mas a Logística Virtual não se limita a este conceito. Com ela, é possível ter melhor conhecimento sobre as necessidades dos vários pontos da cadeia de suprimentos, possibilitando uma maior utilização dos recursos (processos produtivos, equipamentos, veículos, itens de estoque e até mesmo espaço livre num armazém), o que permite alugá-los quanto estão ociosos ou remanejá-los para outro ponto da cadeia quando maior capacidade é necessária.

O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS LOGÍSTICOS VIRTUAIS         

Para obter todas as vantagens que um sistema logístico virtual pode oferecer é necessária a reestruturação da forma de se pensar em logística. Dentre os principais pontos a serem considerados nesta mudança, podemos destacar: Identificação dos bens em função de sua disponibilidade; separação entre propriedade e controle; dissociação entre movimentos físicos e de informação; disponibilização das informações via internet e integração dos sistemas informatizados dos fornecedores e usuários. 

A internet tornou-se essencial para a maioria das organizações, seja para fazer negócios, seja para anunciar seus produtos aos clientes. Daí a importância das informações na internet, que pode estabelecer um canal diferenciado com cada parceiro.

CONCEITOS DE LOGÍSTICA    

Em um estoque virtual, um operador logístico manteria produtos de vários fornecedores em quantidade suficientes para atender à probabilidade da demanda de seus clientes, pois nem todos os clientes vão precisar do mesmo produto no mesmo tempo.

Para que seja possível implementar os conceitos de Logística Virtual é necessário que informações relacionadas ao fluxo dos produtos sejam compartilhadas. Vantagens: custo de estoque reduzido, custo do armazém seria menor, giro de estoque maior, custo de obsolescência seria reduzido e oportunidades de ganhos gerados pelo aumento da centralização, especialização de movimentações, aumento da densidade de estocagem e economia de escala.       

ARMAZÉNS VIRTUAIS   

Com este conceito, não é necessária nem mesmo toda a centralização do estoque. Pode-se dizer que agrupar os itens fisicamente sob o mesmo teto geraria economia de escala, entretanto, esta economia pode ser atingida mesmo com a divisão dos armazéns, pois, desta forma, pode-se especializar a movimentação de materiais agrupando-se os bens de características similares, ou mesmo evitando o custo dos transportes para alocar os produtos no mesmo local geográfico sem necessidade imediata.           

CADEIAS DE SUPRIMENTOS VIRTUAIS      

É comum manter certo estoque de segurança de produtos acabados para suprir as demandas dos consumidores e não perder vendas. Mas com o auxilio de um ambiente virtual esta pratica deixa de ser uma necessidade, pois, com a informação exata da posição do produto no processo de fabricação na cadeia de suprimentos, é possível considerar este produto, mesmo que ainda não esteja fabricado, como disponível em estoque, naturalmente, respeitando os lead times de produção.  

CONTROLE VIRTUAL DE ESTOQUE

Em uma visão de controle virtual de estoques, como o importante é a disponibilidade dos produtos e não a localização física em si, o estoque de segurança física pode ser substituído por um estoque virtual. O estoque de giro necessário para o andamento do dia-a-dia da organização é mantido inalterado.

No entanto o estoque de segurança interno é reduzido em função de um estoque de segurança localizado fora dos domínios físicos da empresa. Desta maneira, há uma redução do capital preso em produtos acabados, o que pode ser redução dos custos.     

ENTREGAS VIRTUAIS   

Em situações nas quais há um grande número de pedidos, dispersos geograficamente e de grande abrangência, como no caso de distribuição para varejo – quando é bastante utilizado o transporte de cargas fracionadas – normalmente incorre-se em maiores custos.

Muitas empresas atuam no mercado por meio de mais de um canal de distribuição. Uma indústria pode vender diretamente ao varejista, mas pode, também, vender a um distribuidor focando outro segmento de mercado. Tornar esta estratégia flexível pode contribuir para os diferentes públicos sejam mais bem atendidos.    

PRODUÇÃO VIRTUAL    

Comumente, a linha de produção está localizada em um único ambiente em que todos os componentes necessários para produção do produto final são reunidos com este fim. Por meio da conexão das informações de várias plantas através de uma plataforma virtual, pode-se descentralizar o processo de produção, que não precisa necessariamente iniciar e finalizar no mesmo ponto geográfico.

Desta forma, substitui-se temporária e parcialmente os fluxos de materiais pelo de informação, evitando o transporte de coisas que podem não vir a ser utilizadas. Artigo Resumido Escrito por: Leandro C. Coelho, Neimar Follmann e Carlos M. T. Rodriguez.

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